Mon amour

20 anos. - escorpiana do pavio curto, mas nem sempre. Digamos assim, de tudo um pouco. Do tipo que, às vezes, pensa e fala demais. Explosiva e carente.

May 19, 2013 at 8:46pm
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Reblogged from desmerecido

— Mô?
— Oi?
— To com vontade de você…

— Desmerecido  (via futuro-heroi)

(Source: desmerecido, via libertar-se)

(via soju-nation)

8:13pm
2,453 notes
Reblogged from kattlike

(Source: kattlike, via soju-nation)

8:12pm
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Reblogged from cher-la-vie

Toda mulher é doida. Impossível não ser. A gente nasce com um dispositivo interno que nos informa que sem amor, a vida não vale a pena.

— Martha Medeiros (via l0veofsoul)

(Source: cher-la-vie, via eunemteamo)

May 12, 2013 at 8:37pm
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Reblogged from z-a-ra

(Source: z-a-ra, via libertar-se)

8:35pm
8,657 notes
Reblogged from classificar

Se eu te encher o saco por ciúmes, reclamar que você não me responde direito… Tá tudo certo! Quando eu parar é que a coisa tá feia pra você.

— Vinícius Kretek.  (via confusa-poeta)

(Source: classificar, via buryingmealive)

8:32pm
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Reblogged from romance-proibido

Mas toda distância que nos separam desaparecem quando eu sonho com o seu rosto.

— 3 Doors Down.  (via poetaciumenta)

(Source: romance-proibido, via mah-fernandes)

May 11, 2013 at 9:55am
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Reblogged from amarga-metade

(via 22-to-december)

May 7, 2013 at 9:38pm
5,332 notes
Reblogged from floresinexatas

É preciso não esquecer nada: nem a torneira aberta nem o fogo aceso, nem o sorriso para os infelizes, nem a oração de cada instante. É preciso não esquecer de ver a nova borboleta nem o céu de sempre. O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso. O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos, a ideia de recompensa e de glória. O que é preciso é ser como se já não fôssemos, vigiados pelos próprios olhos severos conosco, pois o resto não nos pertence.

— Cecília Meireles (via shiftts)

(Source: floresinexatas, via rainha-depijama)

May 6, 2013 at 3:48pm
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Eu quase consegui te esquecer. Eu te juro que cheguei bem perto. Depois de tanto tempo morrendo aos poucos trancada no meu quarto, eu decidi viver. Abri a porta e disse para mim mesma que não choraria mais. Aí foi quando sem querer pisei numa foto nossa rasgada. E me lembrei de você. E era foto rasgada no chão, e minha alma rasgada por dentro. Aí lembrei de você, quando resolvi sair de casa, e vi aquele céu que você sempre achou tão lindo, e eu dizia que também achava, mas a verdade é que nunca consegui olhar pra nada mais, com você do meu lado. O céu é tão bonito agora, mas tão triste que me faz chorar. Aí lembrei de você, quando conheci um carinha novo lá naquele barzinho perto de casa, e eu dizia tanta coisa pra ele, e ele não entendia nada, e você sempre entendia tanto. E eu fiquei tão perdida, que mal conseguia entender a mim mesma. Aí lembrei de você quando fui assistir aquele filme que eu comprei, e que você odeia, e eu nunca tive a chance de assistir. Eu amei aquele filme, e mesmo assim a única coisa que eu queria era ouvir você reclamando sobre ele. Aí lembrei de você quando fui naquela loja da esquina e vi na vitrine aquele perfume horroroso que você tinha, e só não jogava fora, porque sabia que eu não gostava, e você adorava me ver brava. E eu queria tanto poder sentir aquele cheiro agora. […] Aí me esqueci de lembrar, que o objetivo era esquecer. Eu sei, é confuso. Mas coisas confusas me lembram você. Você foi a coisa mais confusa e turbulenta da minha vida. E a mais linda também.

— Eu quase consegui te esquecer, te juro. Mas em cada pedaço de mim, você estava lá. Você sempre vai estar. Natália Tavares.  (via efeitosombra)

(via 22-to-december)